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O que mudou em cada versão, com nome de tela — para quem recebeu uma atualização e quer saber se o problema dele estava nela. Toque num título para abrir.

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1.8.1

O Coach padrão não dizia que era ele. Três frases, e duas estavam erradas. Nenhuma mudança no banco: atualizar não pede nada de você.

Corrigido a lista mostrava um endereço de servidor no lugar de dizer que é grátis

Debaixo de Coach do Go Lifter, em Ajustes → Coach → Provedor de IA, aparecia api.golister.app. Para uma chave sua esse endereço é útil — é o que diferencia uma entrada da outra. Ali não diferenciava nada, e era o nome de um produto que quem usa o Coach padrão nunca precisou conhecer. Agora diz grátis, sem chave e sem conta.

Corrigido quando dava certo, a tela não dizia nada

Se a rede caía, a tela avisava. Se o aparelho não passava na verificação, avisava. Se a Play Store estava velha, avisava. Quando funcionava, o aviso fechava e pronto — e você ficava sem saber se tinha ligado ou não. Agora ele diz que deu certo, e diz onde olhar depois.

Novo a tela do Coach diz quem está respondendo

Só para quem usa o Coach padrão, e é a assimetria certa: quem cadastrou uma chave escolheu o provedor, quem conectou o Go Lister passou pelo navegador. Quem tocou uma vez em Concordo é o único que pode não saber de onde vem a resposta que está lendo.

O número de quanto resta continua num lugar só, o cartão de Orçamento — um número em dois lugares é um número que pode discordar de si mesmo.

1.8.0

O Coach passa a funcionar sem você configurar nada. Até aqui, para conversar com ele era preciso uma chave de IA sua ou uma conta no Go Lister — e quem não tinha nem uma nem outra tinha um app com um Coach desligado e nenhum caminho óbvio. Agora tem. Nenhuma mudança no banco: atualizar não pede nada de você.

Novo o Coach padrão, sem chave e sem conta

Abra o Coach sem ter provedor nenhum e ele oferece começar ali mesmo. Antes da primeira pergunta o app mostra o que vai ser enviado — treino, medidas e alimentação passam por um servidor do autor a caminho do modelo —, e você decide.

Nada é enviado antes de você concordar, e recusar não fecha porta: o Coach fica desligado como já estava, e a tela diz onde ligar quando você quiser. Em Ajustes → Coach → Provedor de IA a opção é a primeira da lista, e as outras duas continuam lá — a sua própria chave, e o Go Lister.

Quem já tem o Coach ligado não é tocado. Chave própria continua na chave própria; Go Lister conectado continua conectado.

Mudou o texto do topo do Coach

Ele mandava configurar antes de mostrar qualquer valor. Agora diz o que dá para fazer agora mesmo, e que rotinas, treinos, análise e alimentação seguem funcionando de qualquer jeito.

Corrigido "restam 312 perguntas" quando você tinha ~45

O Orçamento contava requisições e escrevia perguntas. Uma pergunta ao Coach consome até sete requisições, então o número estava certo e o substantivo errado — e a conta que você fazia de cabeça saía sete vezes otimista. Agora diz requisições.

Corrigido a tela que dizia "sem rede" com a rede perfeita

Quando a verificação do aparelho não passava, o app dizia sempre a mesma coisa: que podia ser a sua rede. Podia não ser. Agora ele separa três casos e diz o certo para cada um — esperar, atualizar a Play Store, ou nada a fazer neste aparelho — e só oferece tentar de novo onde insistir pode mudar alguma coisa.

1.7.0

O Coach passa a alcançar conversas que ele não via. Mais quatro consertos, três deles de coisas que o app já dizia fazer. Nenhuma mudança no banco: atualizar não pede nada de você.

Novo o Coach alcança conversas antigas

Ele recebia os resumos das três últimas conversas e mais nada. Tudo o que vocês falaram antes disso ficava visível para você em Memória do Coach e invisível para ele — e a distância só crescia, porque os resumos não são apagados por idade.

Agora, quando você citar um assunto que não está nos três, ele vai buscar. Diga o período quando houver um: "o que a gente falou de joelho no ano passado?" devolve o do ano passado, e não o de ontem.

Os três continuam chegando de graça, porque "continua o assunto de ontem" é a primeira coisa que se diz numa conversa e não deve custar uma busca.

Corrigido o − série não ia até o fim

Num exercício sem rotina — um treino livre, ou um exercício que você adiciona no meio do treino — sobrava sempre uma linha vazia embaixo, e o exercício nunca conseguia parecer terminado. Num de rotina era o mesmo por outro caminho: se o plano pedia cinco e você fez três, não havia como encerrar.

Tirar a última linha é como você diz que acabou ali. Num exercício de rotina isso deixa o plano concluído; num sem rotina não aparece frase nenhuma, porque não havia plano para dar por cumprido.

E se não sobrar nada, o app pergunta. Um exercício sem linha nenhuma e sem nada registrado é um que você provavelmente não quer: aparece "Tirar do treino?", e recusar deixa tudo como estava. Se você já registrou alguma série nele, essa pergunta não aparece — ali zero linhas quer dizer que você acabou.

Corrigido o cartão de alterar uma orientação não dizia de quem ela era

Ao pedir ao Coach para mudar a orientação de um exercício, o cartão mostrava só o texto novo. Nem a rotina, nem o exercício. Você aprovava uma reescrita sem saber onde ela ia cair.

Agora o cartão diz "Orientação de Elevação Pélvica · Segunda: Pernas & Cardio", e o texto que vai ser substituído fica a um toque — porque aceitar apaga o anterior, e ele é prosa que ninguém decora.

Mudou o Coach para de guardar como preferência o que ele já sabia

Perguntas sobre como usar o app viravam preferências suas. Uma delas dizia como um botão do treino funcionava, e ficou errada no mesmo dia em que o botão mudou.

O app já sabe como ele próprio funciona, e já mede o seu sono, o seu peso e os seus treinos. Nada disso precisa virar memória: o que fica guardado é o que só você pode ter contado.

Três outras coisas pararam junto, e a última explica por que a lista crescia sozinha:

  • Uma pergunta não é uma afirmação. Perguntar como se faz uma coisa não quer dizer preferir aquela coisa, e o app estava lendo as duas como iguais.
  • Um pedido que virou cartão não é uma preferência. Pior: quando você recusava o cartão, ficava guardado que você queria aquilo — o contrário do que a recusa disse.
  • E ele parou de aprender consigo mesmo. As suas preferências vão no que o Coach lê, então quando ele repetia uma delas na resposta — "como você vive falando…" —, aquilo era lido como coisa nova e guardado outra vez, com outras palavras. Era esse laço que enchia a lista de quase-duplicatas que a guarda de repetição não pegava, porque ele nunca repetia igual.

O que você disser continua sendo guardado igual.

Mudou Ver o que a IA recebe mostra as ferramentas

O arquivo trazia a instrução e o seu contexto, e deixava de fora as ferramentas que o Coach pode chamar — 46% do que sai do aparelho. Não era o seu dado que faltava ali, era o tamanho: a tela existe para responder "quanto isto custa", e ela respondia por pouco menos da metade.

1.6.6

Quatro coisas relatadas por você, e três delas já estavam decididas no papel há versões. O app dizia, por escrito, que dava para remover uma série e que o botão de adicionar fazia crescer a lista. Não dava, e não fazia. Nenhuma mudança no banco: atualizar não pede nada de você.

Corrigido a série que você adicionava sumia ao rolar a tela

Você tocava em + série, rolava para ver o exercício de baixo, voltava, e a linha nova não estava mais lá. O número que você já tinha digitado sobrevivia, o que fazia parecer aleatório.

A contagem de séries morava dentro do bloco do exercício, e a lista do treino descarta um bloco que sai da tela para poupar memória — levando com ele o que aquele bloco lembrava. Agora ela mora na tela. Girar o telefone também não leva mais a série embora.

Fechar o app continua levando. Isso é de propósito: uma série que você pretendia fazer não é um fato até você registrá-la, e um treino que lembrasse linhas vazias estaria lembrando de algo que não aconteceu.

Corrigido num treino livre, + série não fazia nada e − série não aparecia

Num treino sem rotina, ou num exercício que você adiciona no meio de um treino, o app sempre mostrava exatamente uma linha por preencher. Depois de cada série registrada ela reaparecia — e o que parecia "ele adiciona uma série sozinha" era o app a garantir que houvesse sempre uma linha viva, não um acréscimo.

O efeito colateral é que tocar em + série não mudava nada na tela, e o − série, que só aparecia quando havia mais de uma linha por fazer, nunca chegava a existir. Os dois funcionam agora, no treino livre e no de rotina.

Novo dá para dizer que você acabou num exercício

O − série agora vai até o fim. Antes ele parava numa linha: num exercício sem rotina sobrava sempre uma linha vazia embaixo, e o exercício nunca conseguia parecer terminado. Num exercício de rotina era o mesmo por outro caminho — se o plano pedia cinco e você fez três, não havia como encerrar.

Tirar a última linha é como você diz que acabou ali. Num exercício de rotina isso deixa o plano concluído; num sem rotina não aparece frase nenhuma, porque não havia plano para dar por cumprido.

E se não sobrar nada, o app pergunta. Um exercício sem linha nenhuma e sem nada registrado é um que você provavelmente não quer: aparece "Tirar do treino?", e recusar deixa tudo como estava. Se você já registrou alguma série nele, essa pergunta não aparece — ali zero linhas quer dizer que você acabou, e tirar o exercício apagaria o que você fez.

*O − série nunca apaga uma série que você já fez.* Essas são histórico, e continuam saindo pelo arraste da linha para a esquerda.

Corrigido o comentário do Coach desaparecia da capa nos dias de recorde

A capa mostra no máximo uma coisa "para ler" por dia, e a comemoração de um recorde ganhava essa vaga do comentário do Coach sobre o treino. O detalhe que tornava isso ruim: o recorde cai dentro de um treino, e o comentário é sobre um treino — então os dois falavam da mesma tarde, e o que sumia era justamente a parte que explicava a outra.

O comentário do Coach saiu dessa disputa. Ele não compete com nada agora: aparece sempre que houver um treino recente com resumo guardado, ao lado da comemoração em vez de atrás dela. Continua desligável em Ajustes › Hoje, e continua ausente quando não há o que dizer — uma semana sem treinar continua sem cartão.

Mudou o aviso de que o Coach guardou algo se apaga sozinho

A linha "guardei 2 coisas da conversa anterior" ficava até você tocar em ok. Agora ela se apaga sozinha depois de alguns segundos, como as outras dicas de uma linha do app, e o ok saiu.

O registro do que foi gasto não era ela: ele continua em Ajustes, na lista de uso, que é onde dá para conferir depois.

1.6.5

Uma varredura de coisas anotadas e nunca consertadas. Nenhuma mudança no banco: atualizar não pede nada de você.

Novo a capa diz se o seu score subiu ou desceu

O Training Score mostrava um número e mais nada. Agora ele traz, embaixo, quanto andou desde a última vez que o app calculou — "+4 desde sexta", "−12 em 34 dias". A janela vem na frase de propósito: o cálculo acontece quando você abre o app, então o "desde" pode ser ontem ou três semanas atrás, e um número sozinho não diria qual.

Quando você muda um objetivo, ele não aparece: os dois números deixam de medir a mesma coisa, e no lugar dele fica a frase que diz isso. Volta no cálculo seguinte.

Toque e segure no número: a pergunta ao Coach agora cita o movimento.

Novo dá para apagar uma medida corporal

Uma linha errada — um dia digitado torto, uma medida de teste — ficava para sempre: o editor tinha Cancelar e Salvar e nada mais. Agora tem Apagar, com uma confirmação.

Se aquele dia veio do Health Connect, a confirmação avisa: ele volta se você usar Sincronizar agora, e para sumir de vez você precisa apagá-lo lá também. O app apaga o que é dele.

Corrigido o Coach renomeava a sua rotina para uma frase

Quando ele alterava uma rotina sem repetir o nome dela, a rotina passava a se chamar "Alterar «rotina» — 4 exercícios ao final", que é a frase do cartão de aprovação. Não era sempre, e é por isso que demorou a ser visto. Agora, quando ele não diz um nome novo, o nome que estava fica.

Corrigido o comentário do Coach não dizia de qual treino falava

Na capa, o cartão dizia "O Coach sobre o Treino B". Se você faz um ABC duas vezes na semana, isso não identifica nada — e o cartão pode estar falando de um treino de até uma semana atrás, não do último. Agora ele diz "o Treino B de terça", com de hoje e de ontem nos dois dias mais próximos.

Corrigido o exercício que você trocou no vestiário perdia o alvo

Trocar um exercício na tela de preparação e começar o treino: o substituto chegava sem a carga e as repetições que estavam planejadas para aquele lugar. Quem trocava durante o treino não tinha esse problema — era só o caminho do vestiário. Agora o substituto herda o alvo do lugar que ele tomou, nos dois caminhos.

Corrigido uma oferta de guardar cujos dois lados eram idênticos

Ao sair da preparação, o app oferecia mudanças como Esteira: 1×— → 1×— — os dois lados da seta iguais, e aceitar não mudava nada. Acontecia quando o que mudou era uma coluna que o resumo não desenha, ou uma série que não é a primeira. Agora, quando o resumo empata, a linha desce e diz série por série o que está diferente.

Corrigido tocar numa opção do Coach furava o limite de orçamento

Com o orçamento do mês esgotado, o campo de escrever ficava travado e o botão de enviar também — mas tocar numa opção de um cartão de pergunta gastava um turno mesmo assim. Era o único lugar do app onde o limite podia ser furado sem você liberá-lo. Agora as opções ficam apagadas junto com o resto.

Corrigido uma frase de treino virava um alimento

O app lê a conversa depois que ela termina para guardar o que importa, e leu "Supino com halter mantendo os 82 kg" como uma porção de comida de 82 gramas. Aceitar teria criado um alimento com esse nome. Agora uma porção cujo alimento não existe no seu catálogo é descartada.

Corrigido o Coach podia criar um registro em vez de alterar o que você pediu

"Renomeia minha academia" podia produzir uma segunda academia, se o Coach errasse o identificador interno. O app já recusava isso para academia, rotina e alimento; agora recusa para todos os registros que ele pode alterar — objetivo, fato de saúde, memória, foco, medida, refeição. E "removido" deixa de ser dito sobre coisa que não foi removida.

Corrigido o Coach era empurrado a entregar quando já tinha entregado

Quando ele fazia duas perguntas seguidas sem entregar nada, o app mandava ele parar de perguntar e montar. A conta estava errada desde a versão anterior: um turno que escrevia uma análise inteira e perguntava algo contava como se não tivesse entregado — então o app empurrava justamente quem havia feito o certo.

Corrigido o Coach respondeu em chinês

Relatado com a tela na mão: você pediu para alterar a rotina de segunda, a primeira parte da resposta veio em português e o resto veio inteiro em chinês. A proposta ao lado estava certa — o que saiu do idioma foi a explicação, não o que ia ser escrito.

A causa não é do app: o Coach passa por um serviço que escolhe o modelo, e essa troca acontece lá. O que o app passa a fazer é não deixar a resposta chegar até você assim — e, principalmente, não guardá-la. Uma resposta em outro idioma guardada na conversa volta para o Coach na pergunta seguinte, e aí ele continua no idioma errado. Agora ela é descartada e ele reescreve.

Mudou o cartão de proposta mostra o aquecimento que vai ficar

Quando o Coach propõe "3×12 @ 110 kg" numa rotina que já tem aquecimento, o aquecimento é preservado ao aceitar — e o cartão não dizia isso. Agora dá para abrir a linha e ver o que sobrevive.

Mudou os preços da IA foram conferidos, e três dos cinco estavam errados

A tela de Ajustes mostra uma estimativa de quanto você gastou, com a data em que os preços foram conferidos. Eles tinham sido escritos de memória. Conferidos agora contra a página de cada provedor: o do Google — o padrão do app — estava subestimando, o da DeepSeek era de outra geração do modelo, e a Groq deixou de publicar preço, então ela passa a dizer que não sabe em vez de mostrar um número que ninguém pode verificar.

Se você usa DeepSeek com a sua própria chave, o modelo antigo foi aposentado pelo provedor e o app passa a pedir o novo — sem você precisar mexer em nada.

E o atalho do OpenRouter oferecia um modelo que a plataforma não tem mais: escolhê-lo dava erro, e você tinha que digitar um na mão. Agora ele aponta para o Claude Opus 5. Ele é mais caro que o anterior, e não havia opção mais barata — o antigo simplesmente não existe mais.

1.6.4

O Coach fazia várias perguntas de uma vez, e só uma delas podia ser respondida. Nenhuma mudança no banco: atualizar não pede nada de você.

Corrigido responder uma pergunta encerrava todas as outras

Quando o Coach precisa saber duas ou três coisas antes de montar algo, ele pergunta tudo de uma vez, num cartão. Tocar numa opção respondia aquela pergunta e encerrava as outras: elas viravam texto cinzento com um "você já respondeu", sem alvo de toque. Perguntas válidas, feitas por ele, perdidas por um toque.

Um cartão com várias perguntas agora é um formulário: você marca as respostas, toca em Responder, e tudo vai numa mensagem só. Marcar sem querer não é mais definitivo — tocar de novo na opção marcada desmarca ela. E se você não quiser responder alguma, pode deixar em branco: ela vai dizendo que foi pulada, para o Coach seguir sem aquilo em vez de perguntar de novo.

Um cartão com uma pergunta continua igual: um toque responde e envia.

Corrigido a sua resposta chegava ao Coach sem a pergunta

Este ninguém relatou, e ele explica respostas estranhas. As perguntas do cartão viviam só na tela: quando você escolhia halteres, o que chegava ao Coach era a palavra halteres e mais nada — sem a pergunta que ela respondia. Ele adivinhava a que se referia, e com três perguntas no mesmo cartão não tinha como acertar sempre. Agora a conversa guarda o que ele perguntou, e a sua resposta chega junto com a pergunta.

Mudou a gaveta do raciocínio ganhou o nome do que ela guarda

Ela se chamava Raciocínio e tinha, lá dentro, uma segunda gaveta chamada Raciocínio do modelo — a mesma palavra para a porta e para uma das coisas atrás dela. Relatado como "achei confuso", e era.

Depois que a resposta chega, a porta passa a se chamar Enquanto você esperava, que é o que ela responde: quantas idas ao provedor custou, o que ele foi buscar, e o que ele disse antes de ler. Durante a espera ela continua Raciocínio, porque é isso que está chegando naquele momento. A parte de dentro agora se chama O pensamento cru.

Corrigido com o raciocínio desligado, a gaveta culpava o provedor

Com Mostrar o raciocínio do Coach desligado em Ajustes, a gaveta dizia que "o provedor pode cobrar por ele e não resumir" — culpando o provedor por uma ausência que você escolheu. Agora ela nomeia o ajuste. E a legenda do interruptor deixou de prometer "só a resposta", porque a conta do turno continua aparecendo com ele desligado.

1.6.3

O Coach analisava e você não via a análise. Nenhuma mudança no banco: atualizar não pede nada de você. A capa fica uma linha mais curta, e o motivo está abaixo.

Corrigido O Coach fazia a conta e mostrava só a pergunta

Quando uma pergunta exige que ele vá buscar dado — "compara meu peito com o mês passado" —, o Coach lê, escreve o que achou, e às vezes ainda faz uma pergunta no fim. O que chegava até você era a pergunta.

O app separava o que ele diz antes de ler daquilo que diz depois, e mandava o primeiro para a gaveta Raciocínio, porque uma frase escrita antes de olhar o dado pode contradizer a resposta duas linhas abaixo. A separação estava certa e o corte estava no lugar errado: tudo que viesse junto de uma busca ia para a gaveta, inclusive a análise já feita com o dado na mão.

Medido numa conversa real: "Comparei. Peito: mês fechado 57 séries, ~14/semana. Semana passada: 13. Esta semana: 10 […] a queda não é do peito, é da semana inteira" — tudo isso foi para trás da gaveta, e o que apareceu foi um cartão perguntando se ele devia olhar a terça.

Agora o corte é onde sempre deveria ter sido: o que ele diz enquanto ainda vai buscar continua na gaveta; o que ele diz depois de ler é a resposta, e é o que você lê.

Corrigido O comentário sobre o seu último treino não aparecia na capa

Ele existia, estava salvo, e a capa tinha lugar para ele. Três coisas o impediam de chegar lá, e as três precisavam cair juntas.

A capa mostra uma coisa para ler por dia, e a Trilha ficava com essa vaga quase todo dia — com a mesma frase que já estava desenhada mais abaixo, na seção Trilha. A seção saiu, e a frase ficou onde sempre esteve na lista de hoje: nada some, some a repetição.

E a fila mudou de ordem, porque tirar a repetição não bastava: a Trilha olha os últimos 28 dias e repete a mesma frase por semanas, enquanto o comentário muda a cada treino e vale por uma semana. Das duas, só uma é notícia, e é ela que passa a ter a vaga. A Trilha continua aparecendo nos dias em que não há comemoração nem treino comentado recente.

O cartão também perguntava pelo comentário do último treino, e não pelo último treino que tem um. Se você treinou hoje e o comentário de anteontem estava ali, pago e guardado, ele nunca era oferecido. Agora ele procura o mais recente que tenha um, dentro de uma semana.

E o cartão passa a levar a borda que marca o que foi o Coach que escreveu, como em todas as outras telas — antes ele era o único lugar do app onde a prosa dele aparecia sem assinatura, e com os asteriscos de formatação à mostra.

Corrigido Dava para ficar dez segundos olhando uma tela parada

Com o Coach do Go Lister, enquanto ele pensava, a tela mostrava a linha de "lendo suas rotinas · 4s" e mais nada até a resposta chegar inteira. O que ele ia escrevendo estava lá, atrás de uma decisão do app que escondia uma coisa quando a outra existia. Agora as duas cabem na mesma gaveta, em seções separadas, e o que ele está escrevendo aparece letra a letra outra vez.

Corrigido O Coach começou a falar de você em vez de falar com você

Achado na mesma tarde, testando o conserto acima, e causado por ele. Com a análise passando a chegar na bolha, uma frase em que o Coach narrava a conversa — "Ele só perguntou o que fazer… respondi em texto" — chegou junto. Ela ficou gravada, voltou no contexto da pergunta seguinte, e ele imitou a si mesmo. Em 352 mensagens anteriores isso nunca tinha acontecido uma vez.

O app passa a recusar essa frase antes de ela virar mensagem, então o ciclo não começa. E duas regras novas dizem ao Coach o que estava ambíguo: explicar e ensinar é texto, ferramenta é para gravar; e o próximo passo se oferece numa frase — "se quiser, eu deixo isso na tua terça" — em vez de virar mais uma pergunta com botões.

Mudou O Coach não pode mais desligar o comentário automático

Ele podia, e é o único ajuste ao alcance dele que gasta sozinho — um comentário por treino salvo e um por dia de alimentação. Um assistente que liga a própria torneira é a mesma coisa que um que propõe o próprio orçamento, e esse já era proibido. Ele continua podendo ler que está desligado e dizer onde fica o interruptor.

Se o seu estiver desligado, ele continua desligado: o app não sabe se foi você ou ele que desligou, e virar isso de volta sozinho desfaria a escolha de quem desligou de propósito. Fica em Ajustes · Comentário automático do Coach.

Mudou Duas linhas de Ajustes que prometiam a coisa errada

No cartão de orçamento, "resposta: mediana …" virou "requisição: mediana …", porque a conta inclui idas ao provedor que não são resposta a nenhuma pergunta sua.

E o interruptor Mandar as rotinas, quando desligado, agora diz que buscar depois custa uma ida a mais ao provedor — antes ele parecia só economia.

1.6.2

Uma correção que ninguém relatou, porque ela não parecia um defeito — parecia o Coach. Nenhuma mudança no banco e nenhuma tela muda de forma: atualizar não pede nada de você.

Corrigido Uma pergunta ao Coach podia ser respondida por dois modelos diferentes

Quando você usa o Coach pelo Go Lister em vez de uma chave sua, o servidor prende um modelo a cada pergunta: uma pergunta sozinha pode custar até sete idas ao modelo — ele pede um dado, o app responde, ele continua — e todas elas devem chegar ao mesmo lugar, senão a segunda metade da resposta é escrita por quem não leu a primeira.

O app não estava mandando o identificador que faz esse pino funcionar. Cada ida chegava como se fosse uma pergunta nova, então o pino nunca casava e o servidor escolhia de novo, ida após ida.

O sintoma era discreto o bastante para nunca virar relato: uma resposta que muda de tom no meio, ou que parece esquecer o que ela mesma acabou de dizer. Agora uma pergunta é uma pergunta, do começo ao fim.

Mudou O app diz de qual conversa cada pergunta faz parte

Um dado a mais viaja para o Go Lister, e só para ele: um resumo embaralhado do identificador da conversa — nunca o identificador em si, nunca o texto de nada. Ele existe para que um modelo que pensa antes de responder possa receber de volta o próprio raciocínio na pergunta seguinte, que é a condição que um dos provedores impõe.

Sozinho ele não muda nada do que você vê: depende do outro lado estar no ar, e de Mostrar o raciocínio do Coach estar ligado nos seus Ajustes. Com aquela opção desligada, nada disso chega a existir. A política de privacidade foi atualizada junto, e conta os quatro cabeçalhos um a um.

1.6.1

O timer de tempo era o defeito mais fundo desta lista, e os três relatos sobre ele eram um só. Nenhuma mudança no banco — atualizar não pede nada de você.

Corrigido O timer de tempo parava sozinho, e gravava o alvo em vez do que você fez

Três relatos na mesma tarde: "o timer de tempo está meio bugado", "o alvo de tempo, como na prancha, ele para no tempo", e "às vezes o timer para antes do tempo determinado".

Era uma linha. O cronômetro de uma série com alvo não guardava a hora em que a série começou — ele guardava só quando ia acabar. Então, para preencher o campo, o app fazia uma subtração; e os botões de ±15 s mexiam num dos dois números da conta. Resultado, numa prancha de 60 s: um toque em −15 encerrava a série aos 45 s e gravava 60 no campo.

Agora a série sempre conta para cima, e o alvo não para mais o relógio. Ao cruzar o alvo toca um sinal e o número continua — 1:01, 1:12, 1:30 — até você tocar em parar. Se você segurou setenta e cinco segundos numa prancha de sessenta, o ✓ grava setenta e cinco.

Duas coisas saíram junto: o ±15 não existe mais numa série de tempo (numa contagem para cima não há fim para mover — o seu dedo é o ajuste; ele continua inteiro no descanso), e a notificação da prancha, que oferecia −15s, +15s e pular, agora oferece só parar. Aquele pular encerrava a série sem som e sem gravar nada, com o telefone no chão.

A barra ganhou uma trilha que enche até o alvo e fica cheia e verde depois dele, com a palavra cumprido ao lado — porque uma barra cheia e cinza parece que acabou, e a prancha não acabou.

Mudou O sinal do alvo é diferente do sinal do descanso

Eles dizem coisas opostas. Acabou o descanso é vai, levanta. Cruzou o alvo é chegou, e pode continuar. Soando igual, quem está na prancha ouve uma ordem de parar.

Agora o alvo toca dois tons subindo, com uma vibração longa; o descanso desce, com as duas vibrações curtas de sempre. E os dois sons passaram a ser do app: o do descanso era o som de notificação do seu telefone, que o app não escolheu e não conhecia — podia ser um tique de 200 ms, ou o som que você associa a e-mail, num recurso cuja única promessa é ser ouvido na academia.

Com o som desligado nos Ajustes, as vibrações também são diferentes.

Corrigido Girar o telefone apagava coisas

Relatado como "quando rotaciona o telefone a espera sai do minimizado", e ao medir apareceu um pior que ninguém tinha relatado: o número digitado à mão desaparecia em toda linha. Ficava escondido porque o app reescreve o campo com a sugestão dele logo depois — então o que se perdia era exatamente o que você havia corrigido.

Agora sobrevivem a girar: o descanso minimizado, os números digitados, a série aberta para correção, e o exercício de que você está descansando.

E havia uma segunda metade neste, achada depois de a primeira ir ao aparelho: guardar o valor não bastava, porque a tela o restaurava e reabria a barra no mesmo instante. Junto veio um conserto que ninguém tinha relatado — minimizar o descanso e tocar +15 também reabria a barra, porque esticar um descanso parecia começar um descanso novo.

Mudou Tocar numa série registrada agora corrige ela

O toque nos valores abria o esforço percebido, e o próprio código já dizia o defeito: "é o toque que mais gente dá querendo outra coisa, porque a célula dos valores é onde está o número que se quer mudar". O conserto anterior tinha sido um botão Editar série dentro do diálogo em que você caía.

Agora o toque corrige, e o esforço percebido está em segurar a linha — segure a série já registrada e o cartão abre.

É o único lugar dele, e é de propósito: um campo fixo na linha para um dado que aparece em uma série em 3.228 seria ruído na linha mais frequente do app. Se você esquecer o gesto, pergunte ao Coach"onde eu registro o esforço da série?" — ou leia em Ajustes → Como usar. As duas coisas passaram a responder isso.

Novo O recorde pode ser mostrado em peso

"Tem gente que não sabe o que é e1RM." Em Ajustes → Treino há três opções, e o padrão passou a ser o peso máximo — o quilo na barra, que é a frase que todo mundo diz. As outras duas são o volume da série (peso × repetições) e o e1RM, que era o que aparecia antes.

O cartão explica cada uma com a série que ela escolheria, e a linha do recorde passou a dizer de onde o número veio: de 60 kg × 20. Isso importa porque a medalha, o platô e a retenção continuam sendo calculados pelo e1RM — o ajuste muda o que a tela diz, não o que conta como recorde.

1.6.0

Os botões mudaram de lugar, e é a primeira coisa que você vai notar. Toda fila de ação passou a encostar à direita, e o botão principal passou a ser o último dela — que é onde o polegar já está, e onde os diálogos do Android sempre puseram confirmar. O app fazia o contrário nas telas e o certo nos diálogos, então você trocava de convenção ao passar de uma para a outra.

Junto vêm os consertos que abriram esta versão. Nenhuma mudança no banco — atualizar não pede nada de você.

Mudou Onde os botões ficam, e como eles se parecem

Antes desta versão o app tinha quatro jeitos de desenhar um botão e nenhuma regra sobre qual usar onde — e o alinhamento nunca tinha sido escolhido: ele caía de detalhes de código, não de uma decisão. Agora tem regra, e ela é uma só para tela e diálogo.

A ação principal é a última da fila, encostada à direita. É o gesto que você já faz em qualquer diálogo do Android, e agora vale também nas telas — Iniciar treino, Salvar, Aceitar, Registrar, Continuar. E o que apaga vai para o outro extremo, longe do polegar: no fim de treino, Descartar trocou de lado com Continuar treinando.

Se algum botão parecer fora do lugar nos primeiros dias, é isto — e é de propósito.

Corrigido Editar uma série já registrada estava escondido

Relatado por várias pessoas, e algumas nem acharam como fazer: depois de dar o ✓ numa série, mudar o peso ou as repetições dela era um toque que ninguém via.

Ele sempre existiu — a coluna FEITO já era tocável numa linha registrada. Só que ela continuava desenhando um ✓, e um ✓ diz feito: tocar nele parece desfazer, não editar. E o controle tinha a cor do fundo, sem borda nenhuma, sobre uma linha já pintada de verde — invisível.

Agora a linha registrada mostra um lápis dentro de uma cápsula com borda. O resto da coluna não muda: ✓ escuro registra a série de agora, ✓ apagado registra as próximas, ▶ e ⏸ contam o tempo. Cada um desenha o que o toque faz.

Tocar em qualquer lugar da linha continua funcionando, como sempre.

Mudou A lista de Rotinas fica na ordem dos dias

Relatado por um testador: "queria que aparecesse na ordem dos dias". A lista vinha ordenada pela rotina editada mais recentemente — e "editei o quê por último?" não é uma pergunta que alguém faz.

Agora ela é segunda, terça, quarta, e fica assim amanhã. Quem não tem dia — as de intervalo, tipo a cada 3 dias, e as que o app ainda não consegue ler — vai depois, em ordem alfabética.

E o dia agora aparece no cartão, que é o que faz a ordem se explicar sozinha. Ele vem em cinza quando foi você que disse, e em azul com a contagem — toda quarta · 11 de 11 — quando foi o app que deduziu do seu histórico. A diferença é de propósito: um palpite não deve parecer um fato.

O cartão ficou mais curto no mesmo gesto. As quatro linhas de exercício viraram uma, como o cartão da aba Treino já fazia, e o subiu para o lado do nome. Cabem quatro rotinas onde cabiam duas.

E quando o app não sabe o dia, mas o nome diz, o cartão pergunta. Uma rotina chamada "Sexta: Postura" que ele lia só como uma vez por semana agora oferece marcar sexta — um toque, e ela vai para o lugar dela na lista. Você pode dizer agora não, e ela não pergunta de novo por aquela rotina.

A aba Treino não mudou. Ela responde outra pergunta — o que eu treino agora — e continua girando conforme o dia, que é o certo para ela.

Corrigido O descanso que você escolhia depois de substituir voltava ao padrão

Relatado assim: "ao substituir um exercício, mesmo mudando o tempo de descanso, ele sempre fica no padrão."

Era exatamente isso, e voltava na hora: você trocava o exercício, abria ⋯ → Descanso, punha 2:30, salvava — e o cabeçalho já mostrava o número velho antes de você sair da tela.

O seu 2:30 era guardado certo. Só que era guardado no exercício que entrou e lido no que saiu — e a linha do que saiu tinha acabado de ser apagada pela própria substituição. Aí a resposta caía para o que a rotina pede, e daí para os dois minutos que o app usa quando não sabe. Nada no aparelho denunciava isso, porque o número estava lá, no lugar certo, sem ninguém a olhar para ele.

E o descanso que você já tinha ajustado antes da troca também não sobrevivia. Você punha 2:30 no agachamento, trocava o agachamento por outra coisa, e o 2:30 ia embora com a linha antiga. Agora ele acompanha o exercício que entrou — porque o que foi decidido ali foi decidido sobre aquele momento do treino, e não sobre a máquina.

Duas coisas que ficaram deliberadamente como estavam, para não trocar um susto por outro. Quando você não escolheu nada, o descanso continua sendo o do lugar: o que a rotina pede para aquele exercício, ou o que você costuma descansar nele. Se passasse a ser o hábito do substituto, o número saltaria no instante da troca — e um número que muda sozinho é o defeito que esta versão está a fechar, ao contrário. E limpar o descanso de um substituto continua a limpá-lo, em vez de o fazer voltar a herdar.

Corrigido A carga ajustada na preparação sumia ao substituir

O mesmo defeito, mais quieto, e por isso pior de ligar à sua causa.

Você abre a preparação no vestiário e ajusta o agachamento para 4×10 @ 80. Durante o treino, troca o agachamento. A carga que você tinha ajustado ia embora junto — e não na hora: só quando você minimizasse o treino e voltasse, que é quando a tela relê tudo. Nesse ponto ninguém liga uma coisa à outra, e o que fica é a impressão de que o app "esqueceu".

Agora ela viaja com o lugar, como o descanso. Ajuste feito no vestiário é ajuste sobre aquela tarde.

Corrigido Não dava para tirar uma carga alvo na preparação

Apagar o número do campo de KG e iniciar o treino não apagava nada: o alvo voltava como estava. O campo aceitava ficar vazio e o app tratava vazio como "não mexi", mesmo tendo acabado de ver você mexer.

Agora vazio apaga — a mesma frase que o descanso já usava. E apaga aquele número: esvaziar o KG de um exercício de carga não encosta em tempo nem em distância.

Corrigido Limpar o descanso de um exercício não fazia nada

Achado rodando a versão no emulador, com um banco de treino de verdade. O diálogo de descanso diz "em branco volta ao planejado", e em branco não voltava: o campo aceitava ficar vazio, você tocava em Salvar, o diálogo fechava, e o número continuava exatamente onde estava. Lido no banco a 0,4 s, 1 s, 2 s, 4 s e 8 s do toque — nunca chegou lá.

Guardar um número funcionava; só limpar não. O diálogo fechava a si mesmo antes de mandar guardar, e o trabalho de guardar corria no escopo do próprio diálogo — que morre junto com ele. Escrever um número tem um passo e ganhava essa corrida por pouco. Limpar tem dois, porque antes de gravar é preciso descobrir para qual número voltar, e perdia sempre.

Agora quem guarda é a tela, que continua viva depois de o diálogo fechar. Você não vai notar diferença nenhuma ao guardar um número — a mudança é que limpar passou a funcionar.

Corrigido A linha da versão, em Perfis, quebrava torta

Duas linhas centradas embaixo da lista de perfis, e a de baixo é comprida o bastante para quebrar. A palavra que sobrava — reservados — ia para a esquerda, debaixo de uma linha centrada. Agora as duas centram de verdade, inclusive quando quebram.

Corrigido Os botões de +15s e −15s na notificação pareciam mortos

Relatado como "o botão de +15 e −15 na notificação não tá fazendo nada". Eles faziam — o descanso esticava —, mas nada na tela dizia isso.

A notificação fechada, que é a que você vê sem abrir nada, mostra só a barra. E a barra não se mexia: esticar o descanso aumentava o total junto com o que faltava, então a fatia preenchida ficava igual. Medido no aparelho: 25,6 % → 23,8 % → 22,5 % depois de dois toques em +15s. Dois pontos, com o dedo em cima.

Agora o total só cresce quando precisa, e a barra recua os 15 segundos inteiros — treze pontos por toque, no mesmo aparelho. Os dois botões passaram a se ver.

Mudou A coluna FEITO perdeu o nome, porque agora ela se apresenta sozinha

O cabeçalho feito foi posto quando aquela coluna era invisível: um ✓ da cor do fundo, sem borda, sobre uma linha já verde. Esta versão resolveu isso pelo desenho — cada símbolo mora numa cápsula com borda —, e aí a palavra virou estorvo: as outras quatro colunas nomeiam o que está na célula, e feito nomeava o que acontece depois do toque. Pior: ela cobre três símbolos e descrevia um só. O lápis é o oposto de feito.

Corrigido Uma carga que você apagou voltava sozinha na tela do treino

O mesmo defeito que abriu esta versão, uma camada abaixo, e achado no emulador com um banco de verdade.

Você esvazia o KG na preparação, escolhe Só hoje e começa: o treino era gravado certo, sem carga alvo — e o cabeçalho do exercício continuava dizendo "alvo 4×12 @ 80 kg", porque o leitor, ao não achar carga na sessão, ia buscá-la na rotina. Guardado certo, lido errado.

Corrigido O alvo de um cardio era dito em repetições

A Esteira de uma rotina lia "cardio · alvo 1×— @ 0 kg" — um travessão onde a repetição não existe, e um zero onde a carga não existe — enquanto as duas colunas logo abaixo diziam METROS e TEMPO. Agora ela diz "alvo 1×2000 m", e o número já estava lá o tempo todo.

Corrigido Três textos pequenos

"1 exercícios" no cartão de uma rotina de um exercício só, e o mesmo na preparação com as séries. E o Salvar treino do fim de treino, que ocupa a largura da tela, tinha a palavra colada na borda esquerda — agora vai no meio, como o botão ao lado dele já ia.

Corrigido O cartão de aprovação do Coach mostrava nomes de campo

Quando o Coach propõe uma mudança, o cartão lista tudo o que vai mudar — de propósito: aprovar uma frase não é aprovar uma mudança. Só que ele listava com os nomes que o programa usa por dentro.

Uma proposta de rotina terminava em scheduled_days: WEDNESDAY, debaixo de sete exercícios em português. Um registro de comida dizia protein_g e mostrava o código interno do alimento; uma medida dizia waist_cm.

Agora cada linha está na sua língua — toda quarta, proteína: 30 g, cintura: 88 cm —, e os códigos internos sumiram: um código é o endereço da mudança, não a mudança.

Corrigido O cartão da rotina de sábado dizia "toda sábado"

Achado no aparelho, no mesmo dia em que o dia passou a aparecer no cartão. Sábado e domingo são os dois dias masculinos da semana; os outros cinco terminam em feira. O app colava o mesmo "toda" na frente de todos. Agora diz todo sábado e todo domingo.

Mudou O texto do app, e um botão que apontava para o lugar errado

Uma passada de UX writing nos textos que mais aparecem. A regra foi a mesma em todos: se soa como o sistema falando com um banco de dados, reescreve como um parceiro de treino te dando um toque.

No onboarding, "Como te chamamos?" virou "Como você prefere ser chamado?" e "Para onde você está indo?" virou "Qual é o seu principal objetivo agora?". A explicação do objetivo deixou de falar em déficit e retenção e passou a dizer a mesma coisa em português de gente: se o objetivo é perder peso, manter as cargas de antes já é uma vitória, e não um platô.

Nos erros do Coach, o que mudou foi sempre a mesma coisa — sair do vocabulário da API e terminar com o que fazer. "O modelo terminou sem escrever nada" virou "O Coach não escreveu nada desta vez"; "A conversa ficou longa demais para o modelo" passa a dizer que ele já guardou o que importava na memória. Os números continuam todos lá: quantos tokens foram cobrados, e quanto do teto do mês já foi gasto. Um texto mais gentil que esconde o que você pagou seria pior que o anterior.

O platô de um exercício continua mostrando as sessões e as semanas, e fechou diferente: "o que parou foi a carga, não você".

Corrigido O Coach mandava você para uma tela que não existe

Perguntando "onde eu vejo o que você lembra de mim?", ele respondia Ajustes → Memória do Coach. Não existe essa porta em Ajustes: o caminho é Coach → ⋮ → Memória do Coach.

O erro estava no mapa do app — o mesmo arquivo que é mostrado em Ajustes → Como usar e que o Coach recebe para saber onde fica cada coisa. Então os dois lugares que existem para responder "onde fica isso?" respondiam errado, na mesma frase.

Conferido depois do conserto na conversa real: a resposta de ontem mandava para Ajustes, a de hoje manda para o do Coach, e o mapa é a única coisa que mudou entre as duas.

Corrigido Quando a conexão com o Go Lister cai, o botão agora reconecta

O diálogo dava duas instruções diferentes ao mesmo tempo. A frase pedia reconecte em Ajustes → Coach → Provedor de IA; o único botão dizia Trocar de provedor e abria a lista. A saída que tinha alvo de toque era a que respondia outra pergunta — e trocar de provedor não é o que você quer quando o provedor está certo e foi a ligação que caiu.

Agora o botão diz Reconectar e leva direto à autorização, já aberta. Você volta do navegador e o Coach responde. As outras recusas do Go Lister — plano que mudou, cota do mês que acabou, nenhum modelo respondendo — continuam oferecendo a lista, porque ali reconectar não conserta nada.

1.5.4

Dois defeitos achados no uso, uma capacidade que o Coach não tinha, e uma passada no texto do app, do site e da política.

Atualizar não pede nada de você. Esta versão muda o banco de dados para caber a tabela nova dos resumos, e essa mudança acontece sozinha na primeira abertura — inclusive para quem está várias versões atrás. Nada é apagado: foi conferido sobre um histórico de cinco meses, treino por treino. A única coisa que não dá é voltar para uma versão anterior depois de atualizar, e isso é um detalhe de quem instala APK na mão, não de quem atualiza pela loja.

Corrigido Aquecimento marcado na preparação não era guardado

Na tela de preparação, tocar no número de uma série cicla o tipo dela — W de aquecimento, D de drop, F de falha. O toque respondia: o marcador mudava e ficava âmbar. E não ia a lugar nenhum.

O tipo vivia dentro da linha da tabela, na composição, e a tela lê o plano de volta de outro lugar — dos campos digitados e das linhas do plano. Então a oferta de Salvar listava só a troca de ordem, adicionar ou tirar um aquecimento não muda nada era literalmente verdade, e a marca sumia na primeira vez que a lista se redesenhava.

Agora o tipo da série é do plano. Marcar um aquecimento aparece na oferta como "Supino: 3×8 → 2×8 (+1 aq.)", o treino que você inicia já nasce com a linha W, e recusar a oferta deixa a rotina exatamente como estava. Nenhum controle novo — o que já existia passou a funcionar.

Corrigido Um dia de treino pulado grudava no cartão de próximo treino

Pulou o treino de sábado? Na segunda o cartão continuava dizendo que o próximo era o de sábado, mesmo havendo um treino de segunda. O cartão ordenava por atraso, e o de sábado estava dois dias atrasado contra zero do de segunda.

Duas mudanças. O próximo treino passa a ser o mais perto de hoje — o que vence hoje ganha de qualquer atrasado, e no empate o atrasado ganha do que ainda vem. E uma ocorrência que você já treinou por cima é perdoada: se você pulou sábado e treinou na segunda, o sábado deixa de contar atraso e volta a valer para o sábado seguinte. Sem isso, uma rotina pulada afundava um pouco mais a cada dia e nunca voltava a ser sugerida no próprio dia dela.

No domingo ele continua mostrando o sábado atrasado, que é o certo: um dia para trás e um dia para frente estão à mesma distância, e só um dos dois dá para treinar agora. A lista da aba Treino reordena junto — ela e o cartão sempre saíram da mesma regra.

Novo O Coach lembra do que foi conversado, e não só do que você prefere

Ele guardava preferências. Não guardava assunto. Então "continua o que a gente falou ontem" era um pedido sem resposta possível.

Agora cada conversa deixa um resumo com data e hora: um parágrafo do que foi conversado e decidido, sem proposta e sem conselho. Os três mais recentes viajam com as suas perguntas. O texto das mensagens continua sem sair do aparelho — o resumo é sobre a conversa, não é a conversa.

Você lê em Ajustes → Coach → Memória do Coach, que agora tem duas abas: preferências e conversas. Apaga um por um, e Apagar dadosConversas do Coach apaga todos junto com as mensagens. Conversa muito curta não gera resumo nenhum, e nenhuma conversa antiga foi resumida retroativamente: isso custaria uma chamada paga por conversa arquivada, sem ninguém pedir.

Dois detalhes que vêm junto porque teriam ficado errados sem eles. *A tela do Coach dizia "não vê conversas anteriores" e isso deixou de ser verdade; ela agora diz que ele vê um resumo, nunca o texto. E o backup passa a levar os resumos*: eles são a única coisa desta versão que o atleta vê e não podia recuperar, e o arquivo de exportação é a única cópia que existe.

Mudou O texto do app, do site e da política

Sete estados vazios paravam de abrir pela ausência: "Nenhuma rotina ainda" virou "Sua primeira rotina", "O Coach ainda não anotou nada" virou "O Coach ainda está te conhecendo". E a mais vista de todas, o título do resumo do dia na Home antes de você registrar a primeira refeição, deixou de ser "Nada registrado hoje" e passou a ser "Hoje ainda está em branco" — o mesmo estado, sem a palavra que soa como cobrança. Os dois diálogos que respondiam a um toque em Salvar deixaram de ser telegráficos — "Nada para guardar" agora é "Tudo igual por aqui", com uma frase dizendo por quê.

E um deles era defeito, não estilo: o estado vazio da memória do Coach tinha um botão primário no meio da tela que não fazia absolutamente nada. Ele saiu.

No site, cada seção passa a abrir por uma linha do que você ganha antes do parágrafo que diz como. Nenhum fato foi acrescentado nem removido. A política virou a Versão 3, com a linha do resumo de conversa — a lista do que chega ao Coach se declara completa, então ela tinha de mudar junto.

1.5.3

O Go Lifter ganhou domínio próprio, e a política de privacidade foi conferida antes de mudar de endereço. A conferência achou um furo, e ele é a razão de esta versão não ser cosmética.

Corrigido O peso saía com o interruptor de medidas fechado

Ajustes → Coach → Privacidade tem um interruptor chamado Medidas corporais, que nasce desligado e promete, na própria tela, que peso, gordura e massa magra não são enviados. Ele funcionava para a seção do corpo e não para os objetivos: quem tinha uma meta de peso corporal mandava ao Coach, em toda pergunta, uma linha do tipo "chegar a 78 kg — agora 84,2".

O bloco do corpo lia a lista já filtrada; o dos objetivos ia ao banco por outra porta. O de massa magra fazia isso desde a 1.5.0, e os de peso e gordura desde antes.

Agora o valor de agora obedece ao interruptor, e a meta continua indo — ela é um objetivo, e a tela sempre disse que objetivo viaja. Um teste cobre as duas metades, inclusive a que importa para o conserto não virar tranca: um objetivo de carga continua carregando o progresso, porque ele vem das suas séries e o interruptor nunca prometeu retê-lo.

Mudou A política e o suporte no domínio do app

Ler a política de privacidade abre golifter.app/privacidade, e o suporte é [email protected].

Os endereços antigos, em golister.app, continuam funcionando — um por redirecionamento permanente e o outro por encaminhamento. Eles estão impressos dentro de todas as versões já instaladas, e um endereço que para de responder é o mesmo defeito de um link quebrado.

Mudou A política virou a Versão 2, e ela conta três coisas que não contava

Nenhuma é permissão nova; as três já aconteciam e não estavam escritas.

  • O Coach comenta sozinho. Ao abrir um treino terminado ou a aba de alimentação, ele fala com o provedor de IA sem você perguntar nada. É um interruptor, ele nasce ligado, e agora está descrito.
  • O backup do Android leva o seu histórico para o seu próprio Google Drive, como faz com qualquer app. Fotos de progresso e chaves de IA ficam de fora, e a política diz por quê.
  • As ilustrações dos exercícios vêm do GitHub, e o endereço da imagem carrega o nome do exercício.

Também estavam desatualizados o prazo da conexão com o Go Lister — que conta a partir do último uso, e não trinta dias fixos — e a lista do que chega ao Coach, que agora está completa.

O que não aparece em tela nenhuma

A página publicada deixou de ser uma cópia manual e passa a ser gerada do arquivo do repositório, com uma conferência que reprova a build quando as duas se separam. Isso não é higiene: as duas tinham divergido a ponto de a versão publicada não ter a seção que diz que o Coach não é conselho médico, enquanto as duas se declaravam "Versão 1".

1.5.2

Esta versão nasce de uma pergunta sobre outra coisa. Ao procurar o que uma IA que roda dentro do telefone poderia fazer sem rede, a resposta foi que a coisa mais perguntada da tela do exercício não era falta de conhecimento — o app já sabia executar cada movimento, só não sabia dizer em português.

Novo O Como fazer de cada exercício, em português

São 868 instruções de execução — média de 655 caracteres cada — que chegavam do catálogo em inglês. A seção se rotulava "Como fazer · em inglês, do catálogo", e o rótulo era honesto: traduzir não era algo que o app soubesse fazer sem risco, porque uma frase mal traduzida sobre postura é uma frase sobre a coluna de alguém.

Agora ela diz "Como fazer", e os passos estão em português.

E ela mudou de lugar. Era o sétimo bloco da tela, abaixo do gráfico e do recorde; agora vem logo depois do Tirar dúvidas com o Coach, porque os dois respondem à mesma pergunta por caminhos diferentes. Chega fechada, com a seta para abrir: aberta ali em cima, empurraria o recorde e o gráfico para fora da tela. Antes ela estava aberta e abaixo da dobra, que é pior — fechada e no topo, dá para achar.

O original não sumiu. No pé da seção há "ver o original em inglês", no mesmo lugar e com a mesma mecânica do "ver os N passos" que já estava ali. Não é uma aba: quem nunca desconfiar de uma frase nunca precisa dela, e ela pode sair no dia em que a revisão cobrir o catálogo inteiro.

A tradução é feita uma vez, no repositório, e não no seu telefone. É a diferença que decidiu a feature: um modelo rodando em cada aparelho produziria 868 textos diferentes que ninguém pode ler; um modelo rodando uma vez produz um arquivo que pode ser lido, revisto e corrigido — e a correção chega a todo mundo de uma vez.

Corrigido Duas instruções mandavam prender o ar na hora errada

Supino Declinado (Halter) e Hiperextensão Lombar diziam para inspirar onde era para expirar. As duas frases eram fluentes, tinham os números certos e o mesmo número de passos do original — nada que um olho de passagem pegaria.

Corrigido Nomes de músculo e de aparelho que discordavam da própria tela

O texto dizia "isquiotibiais" onde a tela diz posterior de coxa, "parte inferior das costas" onde ela diz lombar, e "medicine ball" onde a tela diz Bola Medicinal. Uma tela discordando de si mesma dois centímetros abaixo do próprio título. São 63 passos, e agora o vocabulário é um só.

Corrigido Três frases erradas no catálogo de origem, e a correção fica registrada

O catálogo público que alimenta o app erra, e três dos erros mudam o que a pessoa faz com o corpo:

  • um mandava expirar na descida de um supino declinado;
  • outro dizia "place your hands behind your hand" num alongamento chamado Behind Head Chest Stretch;
  • e o terceiro dizia "pronated grip (palms facing you)", que se contradiz na mesma frase — pegada pronada é palma para fora.

Os três foram corrigidos no inglês, com o motivo escrito ao lado, e a tradução seguiu o inglês corrigido. Corrigir só o português teria deixado o "ver o original" mostrando a frase errada, sem nada dizendo qual das duas vale.

O que não aparece em tela nenhuma

Cada uma das 868 passou por três verificações: guardas que recusam a gravação de uma tradução com número trocado, negação perdida ou passo a menos; uma triagem que aponta o que um humano devia ler; e um segundo modelo, de outra família, lendo o inglês contra o português — porque um modelo conferindo o próprio trabalho concorda consigo mesmo.

Ele apontou 129 das 868. Cento e oito foram consertadas devolvendo a reclamação ao tradutor, e as 24 restantes foram lidas uma a uma: seis consertadas, uma virou correção do inglês, duas resolvidas à mão, e quinze recusadas com a razão escrita ao lado — porque descartar em silêncio faria a próxima passada reapresentar as mesmas, e quem lesse não saberia se ninguém olhou ou se alguém decidiu.

1.5.1

Esta versão nasce de um relato e de uma lista de padrões, e ao medir os dois encontrou quatro coisas que ninguém tinha pedido.

Novo Arrastar para reordenar na preparação do treino

A tela que abre quando você toca numa rotina tinha Mover para cima e Mover para baixo no , e não tinha a alça. A alça existia na tela do treino, e a máquina dela — que passou por quatro defeitos relatados na academia — vivia dentro daquela tela. Agora é uma só, e as duas telas arrastam igual.

O fica: um arrasto não funciona com leitor de tela, então o caminho por menu continua sendo a porta.

Corrigido A preparação travava numa rotina com o exercício repetido

Se uma rotina tivesse o mesmo exercício duas vezes, abrir a preparação fechava o app. E mesmo sem fechar, a tela acertava a linha errada: + série, mover, remover e mudar o descanso do segundo supino mexiam no primeiro, e digitar num campo do segundo mudava o campo do primeiro.

Rotina que já tem a repetição continua abrindo e continua editável — nada muda no que já está gravado. Uma ressalva medida e não consertada nesta versão: se você começar uma dessas rotinas, o treino abre com um dos dois blocos e não com os dois. O conserto mexe em como uma sessão guarda a ordem dos exercícios, e ficou de fora para não entrar sem teste no meio desta versão. O que muda é para frente: um exercício aparece no máximo uma vez em cada rotina, e a variação diz-se série a série, no "série a série" que o editor já tem. Um pesado de 5 e um leve de 12 é uma entrada com duas séries diferentes, não o mesmo exercício duas vezes.

Corrigido A oferta de guardar listava mudanças que você não fez

Ao sair da preparação sem começar, o app pergunta "Guardar na rotina?" com uma caixa por mudança. Numa rotina com o mesmo exercício duas vezes, ele listava mudanças no primeiro bloco que ninguém tinha feito — acrescentar uma série no segundo supino oferecia três linhas, e duas delas eram sobre o outro bloco.

Isso importava mais do que uma frase errada: marcar a caixa gravava na rotina um alvo que você nunca escolheu, no bloco errado, com o número do outro. Agora cada linha da oferta é a linha que mudou, e aceitar escreve nela.

Corrigido Quatro telas recusavam um exercício sem dizer nada

Tocar num exercício que já está na lista não fazia nada. Sem aviso, sem mensagem, a folha voltava igual — na preparação (ao adicionar e ao substituir), no treino, e na lista de equivalentes de equipamento ocupado. A única leitura possível era "o app travou".

Agora a linha diz "já está aqui" e não responde ao toque. E ao substituir, o exercício que você está trocando não aparece marcado: trocar uma coisa por ela mesma é uma escolha legítima.

Mudou Menos propostas vindas de conversas antigas

Ao começar um assunto novo, o Coach reapresentava o que tinha ficado por decidir na conversa anterior. Medindo um mês de uso: as propostas de alimento e de rotina foram aceitas quase sempre (18 de 18, e 6 de 7), e as de objetivo e fato de saúde foram recusadas ou ignoradas três vezes em quatro — justamente as duas em que um erro fica: um objetivo falso mora no Início, e um fato de saúde falso muda o que o Coach fala do seu treino por meses.

Essas duas deixam de voltar de conversas antigas. Numa conversa em andamento nada muda — ele continua propondo objetivo e fato de saúde ali, com o assunto na tela.

Corrigido Uma proposta de alterar rotina não dizia qual rotina

Quando o Coach propunha mudar uma rotina e trocar o nome dela, o cartão mostrava só o nome novo e a quantidade de exercícios depois: "Alterar «Segunda A: Pernas & Cardio» — 6 exercícios ao final". Não havia como saber que a rotina em jogo era a sua Segunda: Pernas & Cardio, com nove exercícios, nem que três iam sair.

Agora o cartão diz a transição inteira, e o app é que a escreve, do que está gravado:

Alterar "Segunda: Pernas & Cardio" → "Segunda A: Pernas & Cardio" · 9 exercícios → 6

Corrigido O Coach podia perguntar sem parar e nunca entregar

Ele passou a perguntar em vez de chutar, e a pergunta agora chega com botões — as duas coisas boas desta versão. Juntas, criaram uma saída: perguntar parece progresso, encerra a resposta com algo bonito na tela, e custa uma resposta inteira. Num pedido de montar a semana ele perguntou quatro vezes seguidas sem propor nada, e a quarta repetia o que você já tinha respondido.

Agora duas perguntas seguidas são conversa e a terceira monta: o app manda ele decidir com o que tem e dizer numa linha o que assumiu, para você corrigir se estiver errado.

Corrigido Pedir a semana inteira ao Coach não entregava nada

"Monta todas as rotinas da semana" é um pedido legítimo e ele falhava sempre: o Coach tentava escrever as três de uma vez, a resposta era cortada no meio por tamanho, e uma proposta cortada é recusada inteira — então depois de sete idas ao provedor você recebia "o Coach não respondeu", com os tokens gastos.

Agora é uma rotina por proposta, e o cartão diz onde você está: "1ª de 3 — depois vem Terça: Peito". Aceitar já pede a seguinte — você não precisa pedir cada dia outra vez. A regra está no que ele lê e também no app, que registra uma rotina por vez mesmo se ele pedir mais.

E um cartão nunca aparece mudo: quando a resposta dele foi toda trabalho de bastidor, a última coisa que ele disse enquanto trabalhava vira o texto acima do cartão, em vez de o cartão chegar sem uma palavra.

Corrigido O Coach às vezes respondia com código no lugar da resposta

Num pedido grande — "monta as rotinas" — o modelo podia escrever as buscas que ia fazer em vez de as fazer, e a linguagem interna dele aparecia na conversa: linhas com invoke name="search_exercises" no meio da resposta. As buscas não aconteciam, e o que você lia era isso.

O app já sabia lidar com o caso vizinho — quando ele descreve uma rotina em vez de criá-la, o app pede que ele faça de novo do jeito certo. Agora reconhece esta forma também: a resposta quebrada é descartada antes de chegar à conversa e ele tenta outra vez.

Corrigido O raciocínio do Coach aparecia e desaparecia

Com mostrar raciocínio ligado, a gaveta enchia durante a espera e sumia quando a resposta chegava. O app estava recebendo o raciocínio do provedor e jogando fora na última etapa da leitura, e a gaveta depois do turno ficava vazia dizendo que ele não pensou.

Mudou O Coach para de encher a bolha com o que ia fazer

Quando o Coach precisa buscar dados, ele escreve "deixa eu ver sua terça" antes de ter lido a terça — e depois responde. As duas frases ficavam na mesma bolha, e a primeira podia contradizer a segunda: num turno real ele disse "tem o Agachamento Hack com 3 séries" dois parágrafos acima de "com 2×10".

Agora a bolha recebe só a resposta. O que ele foi dizendo enquanto buscava fica numa gaveta aberta acima dela, e ela colapsa quando a resposta chega. O contador — pensando, lendo suas rotinas, escrevendo — continua igual.

Vale para tudo que ele faz no caminho, e não só para as buscas. Quando ele monta uma proposta, o "deixa eu escrever a proposta" também vai para a gaveta. A resposta é a última coisa que ele diz, e o cartão da proposta aparece igual — ele não depende desse texto.

Um interruptor para as duas gavetas. Mostrar raciocínio passou a governar as duas: onde o provedor devolve raciocínio você vê o raciocínio, onde não devolve você vê o que ele foi fazendo, e nunca as duas. Desligado, nenhuma das duas aparece e a bolha recebe só a resposta final.

Mudou Cinco padrões, para quem está começando
  • Passo da roleta de carga: 1 kg, e aprender pelo meu histórico nasce ligado. Se você escolher um passo em Ajustes, ele manda — a inferência recua diante de uma escolha. O chip aprender devolve a decisão ao seu histórico.
  • Coluna de referência: responde com a verdade que tem. Num exercício que você nunca treinou, a coluna mostrava . Agora ela mostra o alvo da rotina, com a palavra alvo ao lado dizendo de onde veio. Vale para as três colunas, e a marca é sempre visível.
  • Comentário automático do Coach: ligado. Um comentário por treino salvo e um por dia de alimentação, gerado uma vez e guardado — abrir a mesma tela dez vezes não cobra dez vezes. Desligado, o botão pedir um comentário continua em cada tela.
  • Conteúdo das rotinas: fora do contexto do Coach, e os nomes dentro. Ele passa a saber quais rotinas você tem sem receber os exercícios de todas em cada pergunta, e busca o conteúdo quando a conversa é sobre uma. Se você não tem nenhuma, ele sabe disso e te ajuda a criar a primeira em vez de ir procurar.
  • Som do aviso de descanso, mostrar raciocínio e contexto reduzido já eram o que se queria: ligado, ligado e desligado.
Novo O Coach pergunta em vez de chutar

Ele passou a perguntar o que só você pode responder — quanto tempo tem por sessão, a que equipamento tem acesso, o que evita — e a não perguntar o que o app já contou para ele. As perguntas abertas vêm numa lista curta, de uma vez, e depois ele monta.

Quando a resposta é fechada, a pergunta chega como cartão com botões, um por linha. Tocar num deles responde como se você tivesse escrito. Se você responder por escrito, os botões viram texto: a pergunta já foi respondida.

1.5.0

Esta versão nasce de uma frase: "vários lugares no app falam sobre um lugar para colocar os objetivos, mas esse lugar não existe". O lugar existia. O caminho até ele é que não.

Corrigido Objetivos não tinha porta nenhuma

A tela de Objetivos está no app desde sempre, com editor e tudo. O que não havia era um jeito de chegar nela: o toque que a abria morava nas barras de objetivo da capa, e essas barras saíram numa versão anterior — o caminho saiu junto com o desenho, e ninguém notou porque o que se removeu foi uma imagem.

Pior: se você perguntasse ao Coach onde ficam os objetivos, ele mandava você a Ajustes, onde não havia nada. Ele estava lendo a documentação do próprio app, e ela estava errada.

Agora há três caminhos, e nenhum deles é Ajustes:

  • Início, na linha Objetivos dentro do cartão do Training Score.
  • Corpo → Mais → Objetivos, ao lado de Medidas e Saúde.
  • Corpo → Medidas, na sua medição mais recente, na linha que diz quanto falta.
Corrigido as orientações do Coach ficavam amarelas todas de uma vez

Se as suas orientações estavam todas marcadas como vencidas, elas não estavam.

O app marcava uma orientação como desatualizada comparando-a contra todos os seus objetivos juntos. Mudar um único alvo — de peso corporal, digamos — marcava a orientação de agachamento, de supino e de prancha, em todas as rotinas, de uma vez. E não havia como desfazer: nada regenera uma orientação, então o amarelo entrava e não saía mais. No aparelho do autor eram 45 de 45.

Agora cada orientação lembra só do que a influencia: as suas restrições de saúde, a direção em que você está (perder, ganhar ou manter) e os objetivos daquele exercício. Baixar um alvo de 90 para 89 kg não marca nada; trocar de perder para ganhar marca tudo — e deve, porque isso muda o que faz sentido dizer sobre cada movimento.

E a frase passa a dizer o que mudou — "escrita antes da sua dor no ombro", "escrita antes de você passar a ganhar peso" — em vez de "suas mudanças de objetivo ou saúde", que é tudo e é nada.

Novo dá para pedir uma orientação nova

Antes não havia conserto: uma orientação marcada como vencida ficava assim para sempre, porque a única maneira de reescrevê-la era pedir ao Coach, no chat, que refizesse a rotina inteira.

Agora há quatro caminhos, e todos passam pela sua aprovação — o Coach propõe, você aceita:

  • Treino → Rotinas, o atualizar na linha que conta as vencidas;
  • na preparação da rotina, atualizar orientações, que refaz as de todos os exercícios;
  • ali mesmo, gerar nova ao lado do aviso de uma orientação vencida;
  • ou segure a orientação — o atalho. Ela chega ao Coach escrita e não enviada, para um toque sem querer nunca gastar nada.

Sem provedor de IA configurado esses caminhos não aparecem, e a contagem de vencidas continua sendo mostrada como sempre foi.

Corrigido dois objetivos sobre o mesmo dado

Criar um objetivo de peso quando você já tem um agora mostra o que existe e pergunta se é para substituir. O Coach segue a mesma regra: ele era quem criava as duplicatas, porque pedia criar quando devia pedir atualizar. Dois objetivos sobre o mesmo dado leem o mesmo número e pesam dobrado no seu Training Score.

Os que você já tem continuam onde estão — escolher por você seria apagar uma decisão sua —, e a tela de Objetivos marca os pares.

Corrigido um objetivo de exercício olhava o histórico inteiro

Um objetivo de carga agora é medido pelas últimas quatro semanas, a mesma janela do Training Score, e não pelo seu melhor de sempre. Levantar 120 kg em julho não é a resposta para quanto falta hoje.

Se você não treinou aquele exercício na janela, a linha não cai a zero: ela diz há quanto tempo foi e quanto era.

Corrigido um objetivo de carga estava sendo medido pelo 1RM estimado

Se você tem objetivos de levantamento, a porcentagem deles vai mudar nesta versão — e a de antes é que estava errada.

Quando você escreve "Supino: 88 kg", você quer dizer 88 kg na barra. O app estava comparando esse alvo contra o seu 1RM estimado, que é outra coisa: uma projeção do seu melhor esforço, sempre maior que qualquer carga que você de fato levantou. O resultado é que objetivos apareciam como cumpridos sem terem sido.

Medido no aparelho do autor, com três objetivos de levantamento: dois dos três diziam 100% e nenhum dos dois tinha sido alcançado — faltavam 6 kg num e 10 kg no outro.

Agora um objetivo de carga é medido em carga: a série de trabalho mais pesada que você já registrou naquele exercício. Repetições, tempo e distância não mudam — ali as duas contas sempre foram a mesma.

O seu Recorde continua sendo o 1RM estimado, e isso é de propósito: ele responde qual foi o seu melhor esforço, e um objetivo responde quanto falta para o número que eu escrevi. São perguntas diferentes e agora dizem números diferentes.

Corrigido um objetivo sem valor de partida ficava mudo

Um objetivo criado sem o "hoje" — os que o Coach propõe costumam vir assim — não mostrava barra nem explicação nenhuma, no meio de outros que mostravam. Agora ele diz o que falta e leva você a preencher.

E o campo deixou de ficar vazio à toa: ao escolher o exercício de um objetivo de carga, o "hoje" é preenchido com a sua carga mais pesada naquele exercício. O app dizia que fazia isso há tempo, num comentário, e não fazia.

Novo o app avisa quando você chega, e não marca por você

Quando o seu peso, a gordura ou a massa magra cruzam o alvo de um objetivo, o resumo do dia diz isso e leva você à tela para confirmar. Ele não marca sozinho: chegar ao alvo é medição, dar o objetivo por cumprido é sua decisão. Depois de confirmado, ele vira uma comemoração no resumo.

Novo um objetivo diz quem o escreveu

Quando você instalou o app, ele propôs um alvo de peso a partir da direção que você escolheu — e esse número era dele, não seu. Agora cada objetivo mostra a origem: seu registro, proposto na configuração inicial, ou proposto pelo Coach. Objetivos antigos demais para saber a origem não dizem nada, em vez de se apresentarem como seus.

Novo a foto de progresso aparece no histórico do treino

Abrir um treino no histórico mostra a foto de progresso daquele dia — então as que você já tem aparecem, sem precisar de nada novo.

E o app diz qual é qual: "Foto deste treino" quando ela foi adicionada ao finalizar aquele treino, e "Foto do dia" quando ele não tem como saber se foi tirada ali. No primeiro caso, editar sériesdesvincular a foto desfaz só o vínculo; a foto continua no seu acervo, em Corpo → Medidas.

Novo calendário no Histórico e em Medidas

O cabeçalho do mês agora fica fixo no topo enquanto você rola, e carrega o ano — que não aparecia em lugar nenhum dessas duas listas. Toque nele e abre a grade do mês:

  • no Histórico, os dias treinados, e tocar num dia rola a lista até ele. Nada é filtrado e nada desaparece;
  • em Medidas, os dias com medição e com foto. O dia vazio fica vazio de propósito: é a leitura que a tira de fotos nunca pôde dar — quando você não pesou.
Mudou Medidas agora é organizada por dia

A tela repetia o cartão da aba Corpo e mostrava menos coisa que ele em algumas linhas e mais em outras. Agora a medição mais recente abre inteira no topo — peso, gordura, massa magra, as quatro circunferências, IMC, a variação desde a anterior e de onde vieram os números — e os dias anteriores ficam numa lista agrupada por mês, cada linha mostrando circunferência quando ela existe. Antes só peso e gordura chegavam à lista, numa tela chamada Medidas.

Novo a busca de exercício mostra a imagem

A linha da busca dizia o nome e o músculo, e a pergunta de quem está em frente à máquina é "é este movimento?". Agora cada resultado traz uma miniatura, e ela vem dentro do app: aparece na hora e funciona sem internet, que é o que importa numa academia de porão. A foto grande e a animação continuam vindo da rede, e agora entram por cima da miniatura em vez de começarem de um quadrado vazio.

1.4.2

A 1.4.1 trouxe a importação de ficha e foi medida em seis fichas baixadas da internet. O gesto que ela existe para servir é outro — fotografar a ficha com o telefone — e nele ela falhava.

Corrigido a foto tirada com o telefone

Três coisas, e a primeira era decisiva: o app ignorava a orientação que a câmera grava na foto. Sua galeria mostra a imagem de pé, o app a recebia deitada, e uma ficha deitada rendia zero. Agora ele lê essa informação antes de qualquer coisa.

A segunda é o tamanho. Uma foto de 12 MP inteira rende quase nada; reduzida ao tamanho que o leitor usa, rende a ficha completa. E uma de 200 MP levava quarenta segundos e terminava recusando — hoje lê em dois.

A terceira é a inclinação: uma folha um pouco torta na foto derrubava a leitura, e o app passa a endireitá-la sozinho.

Medido nas fotos do autor, da mesma ficha: 3 treinos e 18 exercícios numa foto reta de 12 MP, e 3 treinos e 23 exercícios numa de 200 MP tirada de lado — porque o app agora também tenta virar a imagem quando não acha a tabela.

Novo quando não dá, o app diz como tirar a foto

Se a leitura não encontrar a tabela, a mensagem passa a ensinar o que ajuda: a folha reta no quadro, só a tabela à vista, e de perto. Foto torta é o que mais atrapalha — e resolução alta não ajuda, que é o contrário do que parece.

Mudou a tela de leitura tem um título só

Ela trocava o título a cada tentativa e ficava inquieta. Agora diz Lendo a ficha e ponto, com uma linha pequena embaixo dizendo o que está sendo tentado e há quantos segundos — para você saber que não travou.

1.4.1

Uma coisa só, e ela vinha sendo pedida de outra forma: quem chega ao app com a ficha do personal na mão tinha de digitar tudo de novo, exercício por exercício.

Novo importar a ficha do personal

Em Treino → Rotinas → Nova o app pergunta de onde vem a rotina, e agora são quatro portas: montar do zero, uma ficha em imagem, um texto colado, ou um arquivo do Go Lifter.

A leitura da imagem acontece no seu aparelho. Nada da foto sai dele — nem para o Coach, nem para servidor nenhum. A imagem também não é guardada pelo app: ela já está na sua galeria.

Serve para ficha impressa ou print de tela; letra à mão não. E quando a ficha não é uma tabela — uma periodização por semanas, por exemplo — o app recusa e diz por quê, em vez de montar uma rotina que parece certa e não é.

O texto colado é mais solto: uma linha por exercício, com a contagem no fim. Supino reto 3x10 vira três séries de dez; Agachamento livre 4 vira quatro séries com a repetição em branco; Prancha 60 seg vira um minuto. O que faltar na linha fica em branco para você preencher na hora, em vez de ser chutado.

Antes de gravar, uma revisão: cada treino da ficha chega como uma rotina proposta, com nome editável, e ao lado de cada número está a célula como a ficha a escreveu — a faixa 8>12 inteira, não só o piso que o app propôs. Você desmarca o treino que não quer, corrige o nome, e só então importa. O que estava na tela sobrevive a fechar o app no meio.

Mudou Receber e Nova viraram um botão

Eram dois botões no cabeçalho de Rotinas e a mesma intenção: pôr uma rotina no app. O corte obrigava você a decidir de que lado estava antes de ver as opções — e quem tem uma ficha na mão não pensa "vou receber uma rotina". Agora é Nova, e as quatro origens estão atrás dele.

Quem ainda não tem rotina nenhuma também chega direto ali: o Criar rotina da aba Treino abre as mesmas quatro portas, em vez de largar você num editor em branco.

Mudou os nomes dos exercícios em português

O catálogo tinha 445 nomes traduzidos pela metade ou trocados — Supino aparecia num exercício de panturrilha, e Subida no Banco era o que todo mundo chama de Step Up. Todos reescritos, e a busca passou a conhecer 297 apelidos: procurar por peck deck, gêmeos, pulley ou esteira acha o exercício mesmo quando o nome no catálogo é outro.

Mudou a tela Sobre

A versão do app aparecia duas vezes, e em formatos diferentes: no card e no rodapé, e o rodapé omitia o número de build — que é justamente o que se pede a quem relata um problema. Agora ela aparece uma vez, no card, com os dois números.

A tela também foi reorganizada. O aviso de que o Coach não dá conselho médico estava debaixo de "o que sai daqui", que é sobre os seus dados, e agora tem o lugar dele — o primeiro, antes de tudo. A ordem passou a ser: o que o app não é, o que acontece com o que você conta, o que fazer se algo der errado, e o que o app é.

E a licença do Tesseract — o motor que lê a ficha no seu aparelho — já viajava dentro do app sem que nada a abrisse. Agora dá para ler as duas, a da fonte Inter e a dele, em Licenças de terceiros.

1.4.0

Três relatos de beta, e o terceiro é o que explica os outros dois: "em rotinas não tem uma interface tão amigável com a execução do exercício pra eu ver qual é. Ela me parece mais área de quem sabe o que tá fazendo."

Novo o treino abre antes de começar

Tocar no cartão de uma rotina, na aba Treino, abre o treino em vez de começá-lo. A tela que abre é a do treino, com as fotos e tudo — só sem o cronômetro e sem a coluna FEITO.

Ali dá para ver a foto e o tutorial de cada exercício antes de decidir, trocar o que não serve, mudar a ordem, e ajustar carga, séries e repetições. Nada é gravado: o treino nasce quando você toca em Iniciar treino, com o arranjo que ficou na tela.

Relatado como "se eu clicar no treino ele já starta de cara, e fica correndo o timer" e "como leigo eu precisaria de ver o exercício antes pra saber se quero trocar ou manter — não vou saber pelo nome que gravitron é uma barra".

Ao sair da preparação com algum ajuste, o app pergunta se aquilo vira plano. Você marca o que quer guardar; o que não marcar valeu só para hoje.

Corrigido o botão Iniciar era um rótulo

No cartão da próxima rotina e nas linhas abaixo dele, o alvo de toque era o cartão inteiro e o Iniciar era texto inerte. Agora são dois: o corpo abre a preparação, e o Iniciar começa o treino direto — para quem já chegou decidido.

Relatado como "o «botão» iniciar meio que é enfeite pq o campo todo é um label".

Corrigido a terceira rotina desaparecia da aba Treino

Com rotinas recém-criadas e nenhuma treinada ainda, a aba Treino mostrava só duas e escondia o resto atrás de um todas que não dizia quantas. O corte existia para responder "e se não for essa?" — uma pergunta que só faz sentido quando o app já sabe qual vem a seguir. Sem isso, ele agora mostra todas. E onde corta, o rótulo diz quantas ficaram: todas (2).

Relatado como "nessa tela só aparece o A e o C, e eu teria que ir em «todas» pra ver o B".

Uma rotina que você acabou de criar também sumia dali, porque ainda não tem ritmo e por isso ficava no fim da fila. A regra agora é uma só: uma rotina só some da lista quando o app sabe quando ela volta — ou seja, quando ela já foi feita alguma vez e tem um dia estimado. Faltando qualquer uma das duas, ela aparece sempre. E o número ao lado de todas passa a ser quantas rotinas você tem, não quantas ficaram escondidas.

Corrigido corrigir uma série registrada não tinha marca

O ✓ de uma série já registrada era decoração. Tocar na linha abria a correção, e nada na tela dizia isso — enquanto o número da série e a célula de valores, que fazem outras duas coisas, eram marcados. Agora o ✓ é um controle: tocá-lo abre a correção, e o toque na linha continua funcionando como atalho.

Relatado como "queria conseguir mudar o peso depois de dar o ok, cliquei sem querer e tive que resetar o treino".

Mudou as decisões do fim do treino não rolam mais

Salvar treino, Continuar treinando e Descartar eram os últimos itens de uma tela que rola. Com um resumo curto eles cabiam; com uma foto, um comentário do Coach e um recorde novo, a pergunta ficava acima da dobra e a resposta abaixo dela. Agora eles moram numa barra fixa no rodapé, como na preparação.

Novo o contador de descanso pode ser minimizado

minimizar, no canto da barra de descanso: o contador vira uma pílula com o tempo restante e um anel que esvazia, e o resto do treino fica visível. Tocar na pílula abre de novo.

Relatado como "enquanto tá no descanso o timer tampa todo o resto e não consigo ver o próximo pra montar a máquina".

Em Ajustes → Treino dá para escolher que ele já abra minimizado — e o Coach pode mudar isso por você. Se você minimizar três descansos seguidos, o app oferece deixar assim; ele nunca decide sozinho.

Novo o Coach aprende a repartir o treino em sessões

Ele sabia quanto volume por músculo por semana, e não sabia em quantas sessões repartir. Agora sabe: corpo inteiro, upper/lower, ABC, push/pull/legs, e misturas — "ABC + upper + lower" são cinco rotinas, não três. Pediu cinco dias, recebe cinco. E quantas vezes por semana você quer treinar passa a chegar até ele sem ele precisar perguntar.

Relatado como "pedi ele pra criar um ABC + upper + lower… ele montou um ABC".

Ele também passa a nomear as modalidades que sempre soube fazer e nunca mencionava: peso do corpo, calistenia, isometria, corrida, cardio e mobilidade.

E toda rotina que ele monta agora vem com uma nota por exercício, escrita para você: por que aquele movimento serve ao seu objetivo, a dica de execução que muda o resultado, e o cuidado que uma lesão sua exige.

Novo dá para planejar corrida e prancha

Uma rotina agora guarda tempo e distância como alvo, e não só séries e repetições. "20 minutos de corrida no fim do treino de pernas" passa a ser uma rotina de verdade, e uma prancha de 45 segundos também.

Rotinas antigas continuam exatamente como estavam.

Mudou o app fala menos a nossa língua

Uma varredura pelas telas achou o app mostrando a você coisas que só nós entendemos: números de decisão interna no meio de frases, nomes de tabela do banco no diálogo de restaurar, o nome de uma ferramenta do Coach, e códigos de erro em inglês. Saíram.

E Ajustes → Como usar — a página que explica onde fica cada coisa — mostrava uma coluna com o endereço interno de cada tela. Saiu também.

export virou backup, snapshot virou cópia diária, requisições virou idas ao provedor. O que continua: RPE, e1RM, IMC e carga, porque essas são as suas palavras e não as nossas.

A conexão com o Go Lister ficou mais curta e diz o que ela é: Usar a IA do Go Lister.

1.3.10

Dois relatos, e os dois são a mesma frase dita de duas maneiras: um controle que o dedo não alcança.

Corrigido botões debaixo da barra de navegação do Android

Em aparelhos com os três botões (não em navegação por gesto), controles ancorados no rodapé eram desenhados debaixo da barra do sistema e não podiam ser tocados.

O app é edge-to-edge desde sempre, porque as superfícies flutuantes precisam de conteúdo passando atrás delas — e nada reservava o inset de baixo. As abas escapavam por acidente: cada uma já reserva 180 dp no fim da rolagem para limpar a barra flutuante, e 180 cobre os 48 da barra do sistema de lambuja. Fora das abas, ninguém reservava nada.

Relatado no editor de rotina, e o mesmo defeito estava em cinco telas:

TelaO controle
Rotinas → editarSalvar e Cancelar
Treino em andamentoa barra de ações, ou seja o botão de Finalizar
Fim de treinoContinuar treinando e Descartar, no fim da rolagem
Fim de treino → atualizar a rotinaAtualizar rotina e Manter como estava
Primeira abertura (onboarding)Continuar — a primeira tela de quem instala o app

Consertado num sítio só: a folga passou a ser do hospedeiro, que a dá a toda rota que não é aba. As três telas que não passam por ele — treino, fim de treino, onboarding — carregam a própria, e um teste novo reprova o build se uma quarta nascer sem ela.

E o teclado, que era o mesmo defeito com outra barra. O campo em que se acabou de tocar podia ficar atrás do teclado: no editor de rotina ele tapava o Salvar, e no treino tapava a série que se estava a registar — que é onde custa caro, porque é o que se digita de pé, entre duas séries.

Consertado no mesmo sítio e pela mesma razão: a folga do teclado passou a ser do hospedeiro. Agora qualquer campo do app sobe acima do teclado quando recebe o foco, e a lista rola sozinha para o mostrar. O treino tem a sua, por ser um modo e não uma tela — ele não passa pelo hospedeiro.

Digitar um descanso e salvar são dois toques em vez de três; registar a última série de um treino longo deixou de exigir fechar o teclado para ver o que se escreveu.

Corrigido o que a passada no aparelho encontrou

Trinta e oito verificações no telefone do autor, sobre os dados reais dele. O que reprovou:

  • O Coach mostrava a chave do catálogo em vez do nome. Pedir um treino ABC trazia vinte e nove linhas de Dumbbell_Bench_Press, Hack_Squat, Wide-Grip_Lat_Pulldown — no cartão em que se aprova uma rotina. O que era gravado ao aceitar sempre esteve certo (Supino (Halter), Agachamento Hack): só a pré-visualização mostrava o identificador. Um cartão que não diz o que vai ser escrito não pode ser conferido, que é a razão de ele existir.
  • Três identificadores internos ainda na tela. (ADR-0003) e (ADR-0018) em Ajustes → Dados e saúde, e a palavra export onde a mesma tela diz backup. Estavam num arquivo fora de ui/, que era onde o guarda desta versão parava de olhar; a fronteira dele foi corrigida.
  • *Trocar a coluna de referência não valia até reabrir o app.* O ajuste era lido uma vez por processo: o chip ficava marcado e a tela continuava com o valor antigo. Custava pouco quando só o treino o lia; nesta versão ele também decide com que valores a preparação abre.
  • O ✓ da série em correção parecia já cumprido. Ele era desenhado igual ao da série registrada, e quem abria a correção não tinha como saber que faltava um toque para gravar. Agora ele veste o mesmo sinal que a linha ao vivo usa para "é este que se aperta".
Mudou o rodapé aparece em duas telas, e não em nove

Desenvolvido por e a versão ficavam no fim da tela de Perfis, de Sobre e de todos os sete grupos de Ajustes. Quem descia até o fim de Treino ou de Dados e saúde levava a assinatura do app junto. Ficam os dois lugares em que alguém já está lendo sobre a coisa em si.

Corrigido o verbo do meio da oferta de guardar seguia o caminho errado

Ao sair da preparação com edições pendentes, a oferta de guardar mostrava Só hoje — a mesma palavra que ela usa quando se toca em Iniciar treino. Só que ali as edições vão mesmo para o treino que começa, e ao voltar não existe um "hoje" para elas valerem: elas são descartadas. Um rótulo servia duas ações diferentes.

Agora o verbo segue o destino. Ao voltar, ele é Não guardar — que é a resposta que a pergunta do título pede — e o texto diz "você ajustou o treino e está saindo sem começar". Ao iniciar, continua Só hoje, que ali é literalmente o que acontece.

Mudou o nome da aba respira

Em Treino e em Corpo, o título da tela encostava na linha do perfil e dos ajustes logo acima. Os dois blocos liam-se como um só.

Mudou o cartão da rotina tem dois botões e um

Iniciar e Editar ficam à vista; Duplicar, Enviar e Apagar vão para o . Segurar o cartão abre o mesmo menu, que é o gesto que a linha de rotina da aba Treino já tinha.

Os cinco verbos são os mesmos cinco: eles se moveram porque não caíam. Quatro botões somavam mais que a largura do cartão, e uma linha de largura fixa resolve o excesso apertando o último filho — o último era Enviar, e um rótulo apertado a menos de uma palavra não desiste, ele quebra por caractere. O botão inteiro era renderizado como uma coluna de sete letras empilhadas.

É a terceira tentativa neste cartão, e as duas primeiras estão registradas no código: apagar já tinha sido medido a zero e cortado fora da borda direita, e tirá-lo da linha não fez os quatro botões caberem. O menu é o mesmo da aba Treino, não uma quarta lista de verbos.

Corrigido outras três linhas de botão que não caíam

Mesma armadilha, achada procurando: Ajustes → Coach (Sincronizar agora + Pedir o que falta), a revisão de importação, e a tela que pergunta se a rotina deve ser atualizada. Passaram a descer para a linha seguinte em vez de apertar o último rótulo.

Corrigido conectar o Go Lister se perdia se o app fosse encerrado

Autorizar abre o navegador, o que põe o app em segundo plano atrás de um app pesado. Em telefone apertado de memória — ou num fabricante que encerra agressivamente — o processo morria lá, e o verificador PKCE que redime o código só existia em memória. O atleta fazia login, aprovava, voltava, e não havia nada: era preciso refazer tudo, sem o app dizer por quê.

A tentativa passa a ser gravada no keystore, válida por 15 minutos, amarrada ao Perfil que a começou e apagada no uso. E o caso em que ela realmente expirou deixa de ser silêncio: o app diz que a autorização chegou tarde e oferece autorizar de novo.

Não afrouxa o PKCE — o que a RFC 8252 exige é que o verificador não saia do app, e o armazenamento cifrado do próprio app é onde o AppAuth guarda o dele pela razão idêntica.

Ressalva honesta: este é diagnóstico de código, não reprodução. Há uma segunda causa possível que não foi descartada — alguns navegadores de fabricante não seguem redirect para esquema privado (golifter://), e nesse caso este conserto não ajuda. O que separa as duas é uma linha no logcat: go lister exchange failed presente significa que o redirect chegou.

1.3.9

Novo
  • Ajustes → Como usar: onde fica cada coisa e os gestos que não deixam marca, sem passar pelo Coach e sem gastar nada.
Mudou
  • Vários controles que respondiam ao toque passaram a parecer que respondem.
Corrigido
  • A dica do treino ensinava o lado errado para apagar uma série.
  • A barra de Finalizar aparecia cortada embaixo.
  • Duas permissões de saúde eram pedidas e nada as lia.

1.3.8 (não publicada)

Enviada e substituída antes de alcançar um testador; o conteúdo entrou na 1.3.9.

Novo
  • Séries de aquecimento nas rotinas, e o Coach sabe propor uma.
Mudou
  • O que antes trocava de um quadro para o outro passou a se mover.
Corrigido
  • O Coach repetia sugestões já recusadas.
  • O botão de relatar problema não preenchia o e-mail.